quarta-feira, 31 de março de 2021

ESTUDANTE DE 25 ANOS MORRE DE COVID-19 MENOS DE 48 HORAS APÓS PERDER O PAI PARA A DOENÇA EM NATAL

Em menos de 48 horas, pai e filha morreram vítima da Covid-19 em Natal. Estudante de medicina e com apenas 25 anos de idade, Emilly Cavalcante Belarmino não resistiu à doença e faleceu na madrugada desta quarta-feira (31) em Natal, após perder o pai - o médico e ex-prefeito de Ruy Barbosa - João Joaquim Cavalcante Neto, de 61 anos, na segunda (29).

Emilly Belarmino cursava o 5º ano de Medicina na Argentina e estava no Brasil desde o segundo semestre de 2020, por causa da pandemia. Ela começou a apresentar sintomas no mesmo dia que o pai, em 3 de março. No dia 12, o quadro de saúde se agravou e ela foi levada para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Cidade da Esperança.

·         Mortes e casos de Covid nas cidades do Rio Grande do Norte

·         Criança de 6 anos morre com Covid-19 em Natal

Da unidade, Emilly foi encaminhada para o Hospital de Campanha de Natal, onde o pai já estava internado, e ficou inicialmente em uma enfermaria. No dia 16, ela precisou ser intubada e apresentava em estado mais grave que o do pai.

A jovem não resistiu e faleceu por volta de 1h40 desta quarta (31). Segundo a família, a jovem não tinha comorbidades.

Na família, a mãe foi a única que não adoeceu. Emanuelly Cavalcante, irmã de Emily, também pegou a doença e foi a primeira a apresentar sintomas, em 27 de fevereiro. "A gente nunca imagina como a doença vai reagir. Em momento algum, a gente imaginou que passaria por uma tragédia dessas na nossa família. Por isso eu gostaria de reforçar que as pessoas tivessem cuidado. É uma dor muito grande", afirmou Emanuelly. FONTE E CONTINUIDADE: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2021/03/31/estudante-de-25-anos-morre-com-covid-19-menos-de-48-horas-apos-perder-o-pai-para-a-doenca-em-natal.ghtml

terça-feira, 30 de março de 2021

LABORATÓRIO SUGERE ESTENDER MEDIDAS RESTRITIVAS DURANTE FERIADO DA PÁSCOA NO RN

O Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS/UFRN) emitiu uma recomendação ao Estado e aos Municípios potiguares para que o reforço do isolamento social seja determinado durante o feriado da Páscoa, comemorado no próximo fim de semana. A recomendação do LAIS vem pouco antes do fim da vigência do atual decreto estadual, que definiu o fechamento de serviços não essenciais a partir de 20 de março até o fim desta sexta-feira 2.

Para Ricardo Valentim, coordenador do laboratório, as determinações rígidas estão sendo eficientes para conter o avanço da pandemia. “O decreto tem se mostrado eficiente pois estamos conseguindo reduzir a transmissibilidade [do coronavírus]. Começamos a perceber uma redução gradual dos pedidos por internação, ou seja, há uma diminuição na lista de pacientes que estão esperando por um leito de UTI em todo o estado”, pontuou o pesquisador, em entrevista do Bom Dia RN, da Inter TV Cabugi. Segundo Ricardo Valentim, o isolamento social é necessário para desafogar o sistema de saúde. A média móvel da solicitação de vagas para leitos para tratamento da Covid-19 caiu 8% nos últimos 12 dias. Apesar da redução, a rede hospitalar ainda segue estrangulada, com um total de 97,2% dos leitos de UTI ocupados. FONTE e continuidade: https://agorarn.com.br/ultimas/laboratorio-sugere-estender-medidas-restritivas-durante-feriado-da-pascoa-no-rn/ | Agora RN

segunda-feira, 29 de março de 2021

COM RISCO DE “APAGÃO”, RN E OUTROS 8 ESTADOS TÊM DIFICULDADES PARA MONTAR EQUIPES DE UTI

rápido agravamento da pandemia no Brasil pressiona hospitais, que já lidam com a insuficiência de leitos e escassez de remédios. O risco de um apagão de profissionais especializados também é um problema. No caótico ambiente hospitalar, gestores e entidades médicas de pelo menos nove Estados – Rio Grande do Norte, Bahia, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins – relatam falta de intensivistas, dificuldades no atendimento ou necessidade de abrir rodadas de processos seletivos para contratar temporários. O Brasil tem 543 mil médicos, mas nem todos preparados para as demandas atuais. “O que precisamos é de profissionais treinados para internação sob cuidados intensivos”, diz o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), César Eduardo Fernandes. “E também dos demais profissionais de saúde, porque não é qualquer médico ou técnico que pode trabalhar numa UTI. As equipes de enfermagem têm de ter treinamento para manejar máquinas modernas e os respiradores.” Presidente do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte,

Geraldo Ferreira diz que “há improvisação, principalmente na rede pública”. E alerta também para as perdas entre profissionais para a covid, o que piora a escassez. O Estado já acumula 50 mortes nas equipes de saúde que enfrentam o vírus, entre médicos e enfermagem, conforme a entidade. Trabalhadores doentes também precisam desfalcar, de forma temporária, a linha de frente. “A situação é gravíssima”, avalia Ferreira. O governo potiguar diz “fazer contratos temporários e convocações de servidores concursados”. Até o dia 4, foram contratados 1.476 efetivos (concurso público), 2.331 temporários, mais 188 convocados para assinar contratos temporários. No dia 13, ainda foi preciso abrir convocação de mais 69 profissionais. No dia 26 de março, o Governo do Estado convocou outros 139 profissionais da saúde. Conforme os dados do Registro Nacional de Terapia Intensiva da Associação de Medicina Intensiva Brasileira, a média geral tem sido de oito dias de internação. O tempo médio é hoje de 12,5 dias no caso de pacientes da covid-19. Nos últimos dez anos, era de cinco a seis dias. A explosão de casos e a internação prolongada contribuem para a sobrecarga de hospitais e mortes de pacientes na fila por leitos. “Se você bater o carro e tiver traumatismo craniano, não acha vaga em UTI para internar”, alerta César Eduardo Fernandes, da Associação Médica Brasileira. FONTE E CONTINUIDADE: https://agorarn.com.br/ultimas/com-risco-de-apagao-rn-e-outros-8-estados-tem-dificuldades-para-montar-equipes-de-uti/ | Agora RN

sexta-feira, 26 de março de 2021

PANDEMIA: MUNICÍPIO DO RN INSTITUI AUXÍLIO EMERGENCIAL PRÓPRIO DE R$ 200

Com uma população de aproximadamente 14,7 mil pessoas, o município de Alto do Rodrigues, no Vale do Açu, é o primeiro do Rio Grande do Norte a instituir um auxílio emergencial a famílias afetadas pela Covid-19. O benefício de R$ 200 deverá ser pago durante três meses e foi aprovado nesta quinta-feira (25) pela Câmara Municipal.  De acordo com a prefeitura do município, a medida deverá atender cerca 500 famílias em vulnerabilidade, com um desembolso mensal estimado de R$ 100 mil reais por mês, segundo informações preliminares da Secretaria Municipal de Assistência Social. O secretário de Administração, Navison Baracho, afirmou que o benefício visa garantir minimamente a segurança alimentar da população. Segundo ele, a prefeitura seguiu o decreto do governo do estado que só permite funcionamento de serviços essenciais até o dia 2 de abril, para tentar diminuir os casos de Covid-19 e a pressão do sistema de saúde.

"Estamos utilizando recursos próprios e já analisamos em converter esse auxílio em um programa maior, o renda cidadã, para transferência de renda nos próximos anos, mas não nos mesmos valores atuais", afirmou.

Ainda de acordo com o município, será concedido apenas um auxílio emergencial por família. Os beneficiários também deverão optar pelo auxílio municipal ou pelo auxílio emergencial do governo federal. Quem receber um, não poderá receber o outro.

O pagamento do benefício será efetivado por meio da entrega de cheque nominal ao beneficiário. Famílias que tenham pessoas portadoras de necessidades especiais, independentemente de idade, terão o benefício acrescido em 50% (recebendo um total de R$ 300), mas a regra não vale para pessoas que recebam o benefício de prestação continuada do INSS.

A lei ainda prevê que a relação dos beneficiários será publicada no Portal da Transparência do Município.

Regras para receber auxílio emergencial no município

·         Morar em Alto do Rodrigues

·         Estar inscrito no CadÚnico

·         Não possuir renda

·         Não receber o auxílio emergencial do Governo Federal

·         Não ter sido condenado por crime contra a administração pública

·         Não estar cumprindo pena em regime fechado

No Brasil, algumas cidades criaram auxílios emergenciais para atender as famílias com maior vulnerabilidade social durante o período da pandemia da Covid-19, seguindo modelo parecido ao realizado pelo governo federal em 2020. Um levantamento feito pelo G1 apontou que oito capitais de estados brasileiros criaram versões do auxílio emergencial ao longo da pandemia.

No estado do Pará, o governo abriu cadastro nesta quinta-feira (25) para pagar auxílio de R$ 500 destinados a garçons, manicures, pedicures, barbeiros, cabeleireiros, maquiadores e músicos, além de outros profissionais ligados à música, e educadores físicos autônomos.

Questionada pelo G1, a prefeitura de Natal afirmou que a possibilidade de um auxílio próprio "não está em pauta no município por pura indisponibilidade financeira no momento para aprofundar algum debate nessa direção".

A Secretaria de Planejamento do Estado não respondeu sobre o assunto. Fonte: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2021/03/26/pandemia-municipio-do-rn-institui-auxilio-emergencial-proprio-de-r-200.ghtml

FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA DO RN NÃO PAGARÃO CONTA DE ÁGUA

A partir de 1º de abril estarão isentos do pagamento da tarifa de água e esgotos os já cadastrados no sistema da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) como usuários da tarifa social e na categoria de bar, restaurante ou similares. A medida do Governo do Estado vale até 30 de junho de 2021, conforme decreto publicado no Diário Oficial do Estado na quarta-feira 24.  Essa determinação integra conjunto de ações do Governo para beneficiar à população do Rio Grande do Norte, diante da crise sanitária que o Brasil enfrenta. “Nosso trabalho tem diversos direcionamentos no momento, principalmente no que diz respeito a salvar vidas, equipando o Estado com mais leitos para Covid-19 e demais insumos para o tratamento. Mas, não estamos fazendo somente isso. Estamos investindo também na proteção social, especialmente, àquelas pessoas mais necessitadas.

E essa ação da Caern está inserida nesse contexto, para que possamos garantir o mínimo de tranquilidade para essas pessoas, já cadastradas nas tarifas social e popular”, afirmou a governadora Fátima Bezerra (PT). O benefício será concedido automaticamente, não havendo necessidade dos beneficiários dirigirem-se à Companhia. Quem já está cadastrado como usuário de baixa renda na Classe de Consumo Tarifa Social terá direito. Assim como os usuários cujas atividades estejam enquadradas, no sistema da Caern, na Classificação Nacional de Atividades Econômicas no grupo 56.1 (restaurantes e outros serviços de alimentação e bebidas). Também fica suspensa a interrupção do fornecimento de água e de esgoto, por inadimplência, para os usuários cadastrados nas tarifas social e popular. Essa medida vale de 1º de abril a 30 de junho de 2021. FONTE: https://agorarn.com.br/ultimas/familias-de-baixa-renda-do-rn-nao-pagarao-conta-de-agua/ | Agora RN

quinta-feira, 25 de março de 2021

Água mineral terá reajuste e poderá ficar até 20% mais cara no RN

Depois de cerca de um ano e meio sem praticar reajustes em seus preços, os empresários das fontes de água mineral anunciam para a próxima segunda-feira (29) um aumento em torno de 20% no produto que sai da indústria. Com isso, o valor do garrafão da água mineral ficará entre R$7 e R$12 para o consumidor final. Entre as 24 fontes filiadas ao Sindicato das Águas Minerais e Bebidas em Geral do RN (Sicramirn) havia um clamor, já há algum tempo, sobre a necessidade de uma adequação nos valores praticados, uma vez que o setor vem enfrentando dificuldades diante dos recentes reajustes sofridos pelos insumos. “A indústria da água mineral está há mais de um ano sem ter aumento de preço em função do cenário de pandemia que estamos vivendo. Mas de quatro meses para cá, uma situação em especial começou a impactar de forma contundente no nosso dia a dia: os sucessivos, sequenciais e cumulativos aumentos das resinas”, argumenta Roberto Serquiz, presidente do Sicramirn.

A maior queixa dos empresários é em relação ao custo do garrafão de 20L, a principal embalagem do setor produtivo da água mineral, que passou de R$8 para R$17 em um prazo de quatro meses, um aumento de mais de 100%. Além deste, todos os outros insumos que têm a resina como matéria prima também sofreram incremento em seu valor, registrando um acréscimo de cerca de 70% em seus preços. Serquiz explica que, mesmo com o realinhamento de 20% no preço da água mineral, o aumento não cobre todos os custos da cadeia, mas “já dá um fôlego aos empresários, para que possam se manter sustentáveis e continuar buscando a melhoria contínua do produto”. Há ainda outros valores que impactam diretamente nos custos da produção e distribuição do produto no mercado, como é o caso da gasolina, que sofreu em seis meses um aumento de 50% e o óleo diesel, que foi reajustado em 41%. “Tem também os custos com a manutenção e mão de obra, então, nos vimos diante de uma situação inadiável, à qual resistimos, mas chegamos no limite: ou a gente fazia isso agora ou perdia o que temos de melhor, que é a qualidade da nossa água mineral”, pondera Serquiz. Mesmo assim, o presidente do Sicramirn esclarece que a água mineral produzida em solo potiguar continua sendo a mais barata do Brasil. “Se pararmos para comparar, uma taxa de delivery é de cerca de R$8 e quando você compra um garrafão de água mineral, está adquirindo um produto e um serviço. Não é com isso que quero justificar o realinhamento. Mas só assim podemos conseguir manter a indústria tão bem qualificada quanto é hoje”, conclui. FONTE CONTINUAÇÃO: https://agorarn.com.br/ultimas/agua-mineral-tera-reajuste-e-podera-ficar-ate-20-mais-cara-no-rn-confira-novos-valores/ | Agora RN

Pela primeira vez, Brasil registra mais de 100 mil casos de Covid-19 em 24h

O Brasil registrou nesta quinta-feira, 25, 100.736 infecções do novo coronavírus (Sars-CoV-2) em apenas um dia, o maior número da série histórica. O país também teve 2.787 óbitos por Covid-19 em apenas 24 horas. Os dados são do levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Com os números atualizados do país, ao todo, já são 303.462 mortes acumulados pela doença e 12.320.169 casos confirmados.

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença. Desde o início de junho, o Conass divulga os números da pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes. Mais de 123 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 2,7 milhões morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins. O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos. FONTE: https://agorarn.com.br/ultimas/pela-primeira-vez-brasil-registra-mais-de-100-mil-casos-de-covid-19-em-24h/ | Agora RN

quarta-feira, 17 de março de 2021

Consumo de oxigênio aumenta 15% nos últimos três meses no RN e 60 municípios já sofrem problemas no abastecimento

O consumo de oxigênio na rede estadual de saúde do Rio Grande do Norte aumentou 15% nos últimos três meses. Segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), a demanda pelo recurso saltou de uma média de 200 mil m³ para 230 mil m³ por mês, entre dezembro de 2020 e março de 2021. Com a crescente utilização em todo o país, cerca de 60 municípios potiguares também já sinalizaram que estão enfrentando problemas no abastecimento. Segundo a presidenta do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RN (Cosems), Maria Eliza Garcia, a falta nos municípios ainda é pontual e acontece devido a escassez do insumo nos pequenos fornecedores, que enfrentam dificuldades para cumprir o contrato com os órgãos públicos e já limitam o abastecimento. “Alguns são municípios pequenos, que não possuem uma grande escala de oxigênio guardado.

E agora algumas empresas fornecedoras estão avisando que pode faltar cilindros para reposição, porque não estão encontrando para comprar também”. Ela afirma também que o estado pretende fazer um aditivo na compra de oxigênio para ajudar esses municípios. Entre os que sinalizaram problemas com uma futura escassez estão: Macaíba, São José do Mipibu, Ceará- Mirim, Parnamirim e Guamaré. Em São José do Mipibu, o consumo de oxigênio passou de 1200 m³, em dezembro de 2020, para 2500 m³ mensais, em fevereiro de 2021. Segundo o Secretário Municipal de Saúde, Jefferson Souza, os hospitais não estão fazendo novas internações devido a escassez do recurso. Os pacientes que procuram atendimento precisando do gás medicinal estão sendo destinados para outras regiões próximas ou estão ficando de observação nas próprias UPA’s, o que também sobrecarrega a demanda dessas unidades. “Nós solicitamos um aumento dos cilindros para o distribuidor, mas isso também não deu conta. O consumo realmente cresceu muito de janeiro para cá. Estamos já operando no nível de segurança desse insumo”, relatou. Ainda segundo o secretário, a Prefeitura aprovou na semana passada a instalação de uma usina de gás medicinal, que deve ficar pronta entre 30 a 40 dias, e deve ser feita com recursos do próprio município. O gestor, no entanto, não informou o montante do investimento. O aumento do consumo acontece diante do crescente número de internações de pacientes com Covid-19 em todo o estado, que até as 12h desta terça-feira 16 registrava 325 leitos críticos ocupados, com 17 hospitais operando com 100% de sua capacidade. FONTE: https://agorarn.com.br/ultimas/consumo-de-oxigenio-aumenta-15-nos-ultimos-tres-meses-no-rn-e-60-municipios-ja-sofrem-problemas-no-abastecimento/ | Agora RN

Brasil vive maior colapso hospitalar e sanitário da história, diz Fiocruz

Um estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta terça-feira (16), aponta que o Brasil vive atualmente o “maior colapso hospitalar e sanitário da história”. Os dados mapeados trazem informações das secretarias estaduais de Saúde e do Distrito Federal, e secretarias de Saúde das capitais, obtidas desde 17 de julho de 2020. A Fiocruz aponta que, no momento, 24 estados e o Distrito Federal estão com taxas de ocupação de leitos de UTI,

destinados à pacientes adultos com Covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS), iguais ou superiores a 80%. Sendo 15 estados com taxas iguais ou superiores a 90%. Em relação às capitais, em 25 das 27, as taxas estão iguais ou superiores a 80%, sendo que em 19 capitais a ocupação ultrapassa 90%. “A análise chama atenção para os indicadores, que apontam uma situação extremamente crítica em todo país. Na visão dos pesquisadores que realizam a análise, trata-se do maior colapso sanitário e hospitalar da história do Brasil”, afirmou a Fiocruz. Para evitar que o número de casos e mortes se alastrem ainda mais pelo país, assim como a diminuição de taxas de ocupação de leitos, os pesquisadores da Fiocruz defendem a adoção rigorosa de ações de prevenção e controle, como o maior rigor nas medidas de restrição às atividades não essenciais. “O município de Araraquara, em São Paulo, é apresentado no Boletim como um dos exemplos atuais de como medidas de restrição de atividades não essenciais evitam o colapso ou o prolongamento da situação crítica nos serviços e sistemas de saúde. Com as medidas adotadas pelo município, Araraquara conseguiu reduzir a transmissão de casos e óbitos”, destacou a Fiocruz. FONTE: https://agorarn.com.br/ultimas/brasil-vive-maior-colapso-hospitalar-e-sanitario-da-historia-diz-fiocruz/ | Agora RN

terça-feira, 16 de março de 2021

RN ultrapassa 1 mil pacientes internados com Covid-19 pela primeira vez

O Rio Grande do Norte ultrapassou pela primeira vez nesta segunda-feira (15) a marca de 1 mil pessoas internadas por Covid-19 no estado.

Atualmente, há 1.016 pacientes confirmados com a doença nas unidades de saúde por todo território potiguar.

Desses 1.016 internados, 626 estão na rede pública e 390 na rede privada. Os dados estão na edição desta segunda-feira do boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde Pública. FONTE E CONTINUIDADE : https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2021/03/15/rn-ultrapassa-1-mil-pacientes-internados-com-covid-19-pela-primeira-vez.ghtml

Peixe-boi marinho encalha e é resgatado em praia da Grande Natal

Um peixe-boi adulto foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros na manhã do último sábado (13), na Praia da Redinha Nova, no município de Extremoz, Região Metropolitana de Natal.

De acordo com os guarda-vidas que atuam na Praia da Redinha, o mamífero aquático estava encalhado na orla.

Uma equipe do Cetáceos da Costa Branca (PCCB-UERN) foi acionada pelos militares. Pessoas que estavam na praia também ajudaram pesquisadores e bombeiros a colocarem o animal em um veículo para o transporte. Os primeiros cuidados no animal foram realizados ainda no local.

Sem ferimentos, ele foi medicado e enviado para Pernambuco, segundo a corporação. Em fevereiro, um filhote da espécie, com poucos dias de vida, foi resgatado após encalhar em uma praia no município de Macau, na Costa Branca potiguar.

A espécie é protegida por lei federal e está ameaçada de extinção no Brasil.

FONTE: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2021/03/15/peixe-boi-marinho-encalha-e-e-resgatado-em-praia-da-grande-natal.ghtml

Circulação de novas variantes elevam contágio da Covid-19 entre crianças

Uma criança de apenas 6 anos de idade foi vítima da Covid-19 no Rio Grande do Norte na última quarta-feira, 10. No dia seguinte, um menino de 8 anos faleceu com suspeita de Covid-19, e agora a causa morte está sendo investigada pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). Em todo o RN, de janeiro de 2020 a março de 2021, 18 crianças e adolescentes de 0 a 18 anos faleceram em decorrência do vírus, de acordo com dados da pasta. Apesar de não serem consideradas grupo de risco para a contaminação com o coronavírus, as crianças e os adolescentes devem ser foco de mais atenção, principalmente se tratando das novas variantes do vírus, que são mais transmissíveis. É o que defende o infectologista Alexandre Motta. “Quanto maior o número de pessoas doentes, maior o número de pessoas contaminadas com forma grave, e maior probabilidade que crianças, que teriam menor risco de adoecer de forma grave, possam adoecer. E obviamente que vai aumentar o número de crianças com a forma grave”, argumenta o médico.

Para ele, as crianças e adolescentes deveriam ser motivo de atenção desde a primeira onda, pois mesmo não sendo o grupo mais atingido pela doença, podem ser transmissores. “A criança contaminada vai transmitir pros idosos que estão em casa, para as pessoas que têm comorbidade, para o professor na escola, tem esses dados todos que têm que ser levados em consideração. A criança deve ser protegida porque na hora que protege ela, protege o seu entorno”, explica. Para que haja essa segurança, o médico explica que a melhor forma de pais e familiares protegerem suas crianças é através do exemplo de usar a máscara corretamente, lavar as mãos, manter o isolamento social, etc. “O maior indutor de comportamento é o exemplo, se o pai não dá o exemplo, se a família não se comporta de maneira a prevenir a Covid, a criança dificilmente o fará. É importante que os pais, os familiares, tenham um comportamento responsável quanto a si próprios, as crianças vão seguir o exemplo, isso eu não tenho dúvida. O problema é que a pessoa diz para a criança praticar, e ela própria não faz”, defende. Além disso, Alexandre argumenta que não há condições para o retorno presencial das aulas nesse momento, visto que a criança pode ser infectada com o vírus na escola, através de outras crianças, ou ela mesma transmitir para alunos, professores e funcionários da escola. “É uma cadeia de risco desnecessária. Acredito que, na medida em que tenhamos condições de vacinar grande parte da população, a gente possa resolver essa situação lamentável que o Brasil vive”. O Rio Grande do Norte entrou em alerta no dia 20 de fevereiro, após o Instituto de Medicina Tropical, da UFRN, confirmar a circulação de duas novas variantes do coronavírus. A P.1, inicialmente identificada em Manaus (AM), e a P.2, registrada no Rio de Janeiro (RJ), às quais são associadas uma maior dispersão e transmissibilidade do vírus. Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)

As internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças e adolescentes apresentaram um avanço de 24% na média diária entre dezembro do ano passado e fevereiro deste ano em todo o Brasil, mostram dados do Ministério da Saúde. Na esteira da disparada nacional da Covid-19, em que a SRAG aparece como uma das principais consequências, preocupa o salto entre os mais novos: enquanto 128 crianças entre 0 e 4 anos foram internadas em média por dia no mês de dezembro, esse número saltou para 171 em fevereiro, um crescimento de 34%. As demais faixas etárias, de 5 a 9 anos e de 10 a 14 anos, também registraram aumentos, de 15% e 7%, respectivamente.Síndrome Inflamatória

Ainda há poucas evidências científicas sobre a manifestação da Covid-19 em crianças, mas observou-se a presença de uma síndrome inflamatória chamada Multisystem inflammatory syndrome in children (MIS-C)1-3, traduzido para o português como síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica (SIM-P). Foram registrados casos em países como Reino Unido, Itália, EUA e na América Latina. No Brasil, houve 380 casos de SIM-P, com 26 óbitos. No Rio Grande do Norte, 12 casos e 1 óbito em decorrência da complicação. O quadro da SIM-P inclui vômitos, dor abdominal, diarreia, febre, entre outra. FONTE : https://agorarn.com.br/ultimas/novas-variantes-da-covid-19-podem-aumentar-casos-entre-criancas/ | Agora RN

sexta-feira, 12 de março de 2021

1 ano de pandemia: RN tem recorde de internações e alta de mortes e casos; potiguares relatam sequelas

A pandemia de Covid-19 completa um ano no Rio Grande do Norte diante de um cenário de alta de mortes, falta de leitos, fila de pacientes, recorde de internações e maior média diária de novos casos da doença, que chegou oficialmente ao estado no dia 12 de março de 2020. Passados doze meses, março de 2021 tem a maior média diária de casos (1.353) e de mortes (26) por Covid-19 desde o surgimento do vírus no estado. O primeiro caso de Covid-19 diagnosticado em solo potiguar foi registrado há um ano, em uma mulher que se contaminou na Europa após ter passado por França, Itália e Áustria. A primeira morte não demorou muito: 16 dias após a chegada do vírus ao RN, o professor universitário Luiz di Souza faleceu aos 61 anos em Mossoró,

no Oeste potiguar. Neste intervalo, a pandemia alterou bruscamente a rotina dos potiguares. Serviços deixaram de ser prestados presencialmente, prédios públicos mudaram o funcionamento, eventos foram suspensos e locais públicos tiveram que ser isolados. Um ano após a chegada da doença, a rede pública de saúde sofre com superlotação e falta de leitos para tratar a Covid-19, assim como na metade de 2020. Mesmo após 12 meses, a pandemia dá sinais de uma nova aceleração, o que os especialistas chamam de segunda onda. O total de mortes registrados em 2021 (até 11 de março) representa 22% do total de óbitos contabilizados desde o início da pandemia. Fevereiro deste ano se tornou o mês com o maior número de novos casos de coronavírus (25.018), superando dezembro de 2020 (22.960), números que até então só haviam sido registrados no primeiro pico da pandemia entre junho e julho do ano passado.  FONTE E CONTINUAÇÃO: https://agorarn.com.br/ultimas/1-ano-de-pandemia-rn-tem-recorde-de-internacoes-e-alta-de-mortes-e-casos-potiguares-relatam-sequelas/ | Agora RN

quinta-feira, 11 de março de 2021

Prefeito e motorista são vítimas de assalto e passam uma hora sob poder de criminosos no interior do RN

O prefeito da cidade de Jardim de Angicos e seu motorista foram vítimas de um assalto na noite desta quarta-feira (10), na RN-023, no município de João Câmara. Segundo informações da Polícia Militar, criminosos interceptaram o carro da prefeitura, roubaram objetos pessoais, e fugiram levando o veículo após passar cerca de 1 hora com as vítimas.

De acordo com o comandante da PM em Jardim de Angicos, sargento Lima, o assalto aconteceu por volta das 20h40. O prefeito, Carlos André Câmara estavam retornando de Natal com um motorista em uma saveiro de cor branca da prefeitura. O carro foi interceptado na RN-023, nas imediações da comunidade Valentim.

“Eles contaram que tinham ido a Natal fazer umas compras. Eles seguiam pela rodovia quando foram surpreendidos por um prisma branco com 3 homens armados. Eles atravessaram o carro e anunciaram o assalto”, contou o comandante.

Ainda de acordo com a PM, dois criminosos entraram no carro da prefeitura enquanto o terceiro seguia atrás no prisma. Eles retornaram sentido João Câmara e perto das 22h deixaram as duas vítimas em uma fazenda às margens da RN-126 que liga João Câmara a Bento Fernandes. O prefeito conseguiu acionar a polícia, que foi até o local. Os criminosos levaram celulares e uma quantia em dinheiro das vítimas. Eles deixaram o prisma e fugiram no carro da prefeitura. Viaturas da PM dos municípios da região fizeram buscas, mas até a manhã desta quinta-feira (11) nem o carro e nem os suspeitos foram localizados.

O comandante da PM no município informou ainda que no dia 27 de fevereiro um gol branco, também da prefeitura de Jardim de Angicos foi roubado por criminosos na mesma rodovia, a RN-023.

“Suspeitamos que seja a mesma quadrilha, porque a forma que eles fizeram os dois assaltos foi semelhante”, explicou sargento Lima. Os casos serão investigados pela Polícia Civil. Fonte: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2021/03/11/prefeito-e-motorista-sao-vitimas-de-assalto-e-passam-uma-hora-sob-poder-de-criminosos-no-interior-do-rn.ghtml

quarta-feira, 3 de março de 2021

Covid-19: RN tem 95% de ocupação de leitos e fila de espera maior que número de UTI disponíveis

Dos 21 hospitais com leitos críticos para Covid-19 no Rio Grande do Norte, 16 chegaram a 100% de ocupação na manhã desta quarta-feira (3). Todos os outros têm taxa de ocupação acima de 90%. A única exceção é o Hospital Maria Alice Fernandes que conta com leitos pediátricos, ou seja, para crianças.

Com isso, a taxa de ocupação de leitos críticos para Covid-19 passou de 95%. Na região Oeste, o percentual chegou aos 100% e na Grande Natal, 93,4%. No Seridó, região com a taxa mais baixa, a ocupação era de 91% dos leitos por voltas das 9h.

A fila de espera por um leito de UTI tinha 56 pacientes, porém, em todo estado, havia apenas 14 leitos disponíveis - ou seja, um déficit de 42 leitos. A maior parte dos pacientes estava concentrada na região metropolitana da capital. Ainda havia 9 que aguardavam transporte para um leito. O Rio Grande do Norte tem mais de 800 pessoas internadas pela Covid-19 - número que não foi atingido em nenhum momento da primeira onda da doença. Nesta terça-feira (2), o estado registrou mais 28 mortes mais de 700 novos casos da doença.


A pressão por leitos aumentou nas últimas semanas, mesmo com a abertura de novos de mais UTIs. No dia 1º de fevereiro, o estado tinha 246 leitos críticos na rede pública. No fim do mês, no último dia 28, eram 288, ou 42 leitos a mais. Ainda assim, a taxa de ocupação era maior. O governo anunciou que vai começar a instalação de novos leitos nesta quarta-feira (3) em Mossoró.

Somente entre os dias 12 e 28 de fevereiro, 39 pessoas morreram antes de conseguir um leito de UTI para Covid-19, segundo relatório do Laboratório de Inovação em Saúde (Lais) da UFRN.

A situação de pressão do sistema público de saúde levou o governo do estado a determinar toque de recolher, suspensão de aulas em escolas privadas além de missas, cultos e outros eventos religiosos. Serviços da administração pública também tiveram atendimento presencial suspenso. Fonte: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2021/03/03/covid-19-rn-tem-95percent-de-ocupacao-de-leitos-e-fila-de-espera-maior-que-numero-de-uti-disponiveis.ghtml

Após Carnaval, RN registra 212 óbitos e 10 mil casos de Covid-19

O Rio Grande do Norte registrou 212 óbitos e 10.749 novos casos confirmados nas últimas semanas, período após o Carnaval. O aumento de casos se reflete também no número de internações, já que a taxa de ocupação de leitos críticos Covid se mantém acima de 80% desde o último dia 18. Em 16 de fevereiro, eram 188 pacientes internados em leitos críticos no sistema público de saúde em todo o estado. Nesta terça-feira 2, o número de internados chegou a 270 às 17h, segundo a plataforma Regula RN. De acordo com os dados epidemiológicos da Secretaria Estadual da Saúde Pública (Sesap) de 16 de fevereiro, publicados no boletim do dia seguinte, os casos confirmados de Covid-19 eram 157.422 e os óbitos eram 3.424. Segundo o boletim desta terça 2,


com dados do dia 1º, os casos confirmados subiram para 168.171. Ou seja, um aumento de 10.749. Já os óbitos chegaram a 3.636. Houve, portanto, um aumento de 212 mortes. Mesmo que o Estado e os municípios potiguares tenham proibido a realização de festas e eventos nos quatro dias em que, geralmente, são comemorados o Carnaval, diversas aglomerações clandestinas foram registradas pelos órgãos de fiscalização. Em festas privadas ou em praias, cerca de 50 ocorrências foram atendidas pela Polícia Militar em todo o RN. Segundo o médico infectologista Alexandre Motta, o período foi significativo para o colapso no sistema de saúde público e privado do estado. “Todos os períodos comemorativos que se seguiram do fim do ano passado para cá colaboraram muito, especialmente as festas de fim de ano e o Carnaval. As pessoas cansaram de ficar em casa e de não ter esperança pelo fim da pandemia. Os dias de Carnaval registraram diversas festas causando aglomerações, além das praias lotadas. Tudo isso, quando somado, nos leva a esse cenário que infelizmente vemos agora”. Além das festividades de Carnaval, novas variantes da Covid-19 que chegaram ao RN impactam no crescimento da curva de infecções. No dia 20 de fevereiro, o Instituto de Medicina Tropical, da UFRN, confirmou a circulação de da variante P.1, inicialmente identificada em Manaus (AM), e a P.2, registrada no Rio de Janeiro (RJ). A linhagem encontrada em Manaus, por exemplo, tem o dobro de carga viral se comparada às demais, conforme sugere um estudo realizado pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia). Isso quer dizer que há uma maior presença do vírus no trato respiratório e, portanto, as chances de alguém contaminado por essa variante transmitir o vírus para outras pessoas é maior. A taxa de ocupação na rede pública de saúde do RN chegou a 90,91% na tarde desta terça-feira 2, às 17h, e 13 hospitais operavam com 100% da capacidade. Atualmente, as quatro Unidades de Pronto Atendimento (UPA) de Natal, que atendem casos de urgência e emergência de Covid-19, estão todas lotadas e transferindo pacientes para outros hospitais todos os dias. Fonte:  https://agorarn.com.br/ultimas/apos-carnaval-rn-registra-212-obitos-e-10-mil-casos-de-covid-19

terça-feira, 2 de março de 2021

Médico é agredido por familiar após alertar sobre riscos da Covid-19, no Paraná: 'Dói, mas sinto que estou do lado que zela pela vida'

O médico infectologista José Eduardo Mainart Panini foi agredido por um familiar após alertar sobre os riscos da Covid-19, em Toledo, no oeste do Paraná. Segundo ele, o agressor estava se preparando para ir a uma festa.

"Fomos tentar falar que era errado, que ele não deveria ir à balada e colocar em risco a saúde de ninguém, e ele já partiu para cima de mim. Até que chegou um amigo dele, que estava no carro o esperando, me segurou no chão, me deu um mata-leão, apertando muito meu pescoço, enquanto esse familiar me agredia. Minha esposa, que também é médica, também foi agredida com um soco", contou ao G1.

A agressão ocorreu na sexta-feira (26), no mesmo dia em que o Governo do Paraná estabeleceu medidas mais rígidas em relação à pandemia no estado, devido o aumento expressivo no número de contaminados e de mortos pela doença."Eu cheguei em casa depois de passar o dia em reunião justamente vendo que a situação da pandemia tinha piorado muito. Daí veio esse familiar, que mora com idosos, e falou que ia desrespeitar tudo. Fui agredido por tentar alertar sobre a atual situação da pandemia e por uma pessoa que realmente não se solidariza com o que está acontecendo. Dói, mas sinto que estou do lado que zela pela vida", comentou Panini.   Fonte e continuidade : https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2021/03/01/medico-e-agredido-por-familiar-apos-alertar-sobre-riscos-da-covid-19-no-parana-doi-mas-sinto-que-estou-do-lado-que-zela-pela-vida.ghtml

segunda-feira, 1 de março de 2021

Paciente transferido do AM para tratamento da Covid-19 no RN morre em Natal

Um dos pacientes transferidos do Estado do Amazonas para tratamento da Covid-19 no Rio Grande do Norte não resistiu às complicações da doença e morreu. Esse é o segundo paciente transferido do AM que morre em Natal. De acordo com o Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol), onde ele estava internado, o paciente de 38 anos, do sexo masculino, integrou o primeiro grupo de transferidos que chegou ao RN no dia 18 de janeiro.

O paciente morreu na última quinta-feira (25), mas o Huol aguardou a família ser comunicada e tomar as providências legais para divulgar a informação.

Do total de 16 amazonenses recebidos no Huol, uma paciente segue internada em enfermaria, utilizando cateter nasal de oxigênio e com previsão de alta para a próxima terça-feira (2).

Pacientes transferidos do AM para o RN

Em situação de colapso, a rede de saúde da capital amazonense recebeu apoio de outros estados. Ao todo, o Rio Grande do Norte recebeu 55 pacientes do Amazonas para tratamento da Covid-19. Eles foram encaminhados para o Hospital Universitário Onofre Lopes, Hospital Giselda Trigueiro e Hospital de Campanha de Natal. Atualmente, três paciente do AM seguem internados em unidades hospitalares do RN, segundo a Sesap.

No dia 26 de janeiro outro paciente transferido do Amazonas para o RN morreu no Hospital de Campanha de Natal. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o paciente era um homem de 22 anos de idade. Fonte: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2021/03/01/paciente-transferido-do-am-para-tratamento-da-covid-19-no-rn-morre-em-natal.ghtml