sexta-feira, 12 de março de 2021

1 ano de pandemia: RN tem recorde de internações e alta de mortes e casos; potiguares relatam sequelas

A pandemia de Covid-19 completa um ano no Rio Grande do Norte diante de um cenário de alta de mortes, falta de leitos, fila de pacientes, recorde de internações e maior média diária de novos casos da doença, que chegou oficialmente ao estado no dia 12 de março de 2020. Passados doze meses, março de 2021 tem a maior média diária de casos (1.353) e de mortes (26) por Covid-19 desde o surgimento do vírus no estado. O primeiro caso de Covid-19 diagnosticado em solo potiguar foi registrado há um ano, em uma mulher que se contaminou na Europa após ter passado por França, Itália e Áustria. A primeira morte não demorou muito: 16 dias após a chegada do vírus ao RN, o professor universitário Luiz di Souza faleceu aos 61 anos em Mossoró,

no Oeste potiguar. Neste intervalo, a pandemia alterou bruscamente a rotina dos potiguares. Serviços deixaram de ser prestados presencialmente, prédios públicos mudaram o funcionamento, eventos foram suspensos e locais públicos tiveram que ser isolados. Um ano após a chegada da doença, a rede pública de saúde sofre com superlotação e falta de leitos para tratar a Covid-19, assim como na metade de 2020. Mesmo após 12 meses, a pandemia dá sinais de uma nova aceleração, o que os especialistas chamam de segunda onda. O total de mortes registrados em 2021 (até 11 de março) representa 22% do total de óbitos contabilizados desde o início da pandemia. Fevereiro deste ano se tornou o mês com o maior número de novos casos de coronavírus (25.018), superando dezembro de 2020 (22.960), números que até então só haviam sido registrados no primeiro pico da pandemia entre junho e julho do ano passado.  FONTE E CONTINUAÇÃO: https://agorarn.com.br/ultimas/1-ano-de-pandemia-rn-tem-recorde-de-internacoes-e-alta-de-mortes-e-casos-potiguares-relatam-sequelas/ | Agora RN

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