Segundo o major Walmary Costa, comandante do policiamento de
Caicó, a invasão ocorreu devido a falta de avanços nas negociações. "Desde
ontem que tentávamos negociar uma rendição pacífica, sem que fosse preciso
invadir o prédio. Como não houve nenhum avanço neste sentido, o Grupo Tático
Operacional (GTO) de Caicó planejou durante a madrugada a invasão e no início
da manhã decidiu entrar", explicou ele. "Conseguimos libertar os
educadores, além do grupo de adolescentes que eram feitos reféns pelos menores
infratores e render os que participaram do motim no pátio da unidade",
completou.
Ainda segundo o major Costa, apenas uma cela da unidade ficou em condições de abrigar os adolescentes. "O procedimento deles foi o padrão que estamos vendo nos últimos dias nos presídios. Eles quebraram grades, ventiladores, lâmpadas e atearam fogo em alguns colchões. Agora a Justiça que irá definir se haverá transferências para outros Ceducs ou se eles irão permanecer aqui", disse.
O comandante da PM de Caicó contou também que policiais militares deverão atuar nos próximos dias dentro da unidade até que se restabeleça a ordem no local. "Já fazíamos a guarda externa e vamos dar esse apoio até que a estrutura do local seja arrumada. Vamos trabalhar para que não haja novos motins no local", declarou o major Costa.
A rebelião no Ceduc de Caicó teve início durante tarde desta terça-feira (17), quando quatro educadores que trabalham no local foram feitos reféns. Os jovens ameaçam os funcionários com facas artesanais enquanto negociavam com a PM. O primeiro dos funcionários foi libertado horas depois.
O Às 22h, o quadro do motim havia sido modificado. Os adolescentes liberaram mais um educador da unidade, porém, fizeram de reféns mais sete desafetos, também internos da unidade.
Já pela manhã desta quarta, a Polícia Militar conseguiu invadir o prédio e dar fim ao motim iniciado no dia anterior.
De acordo com informações da PM, o motim no Ceduc de Caicó está relacionado à ordens saídas da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, região metropolitana de Natal.
Atualizada às 9h16
FONTE.TRIBUNA.DO.NORTE
Ainda segundo o major Costa, apenas uma cela da unidade ficou em condições de abrigar os adolescentes. "O procedimento deles foi o padrão que estamos vendo nos últimos dias nos presídios. Eles quebraram grades, ventiladores, lâmpadas e atearam fogo em alguns colchões. Agora a Justiça que irá definir se haverá transferências para outros Ceducs ou se eles irão permanecer aqui", disse.
O comandante da PM de Caicó contou também que policiais militares deverão atuar nos próximos dias dentro da unidade até que se restabeleça a ordem no local. "Já fazíamos a guarda externa e vamos dar esse apoio até que a estrutura do local seja arrumada. Vamos trabalhar para que não haja novos motins no local", declarou o major Costa.
A rebelião no Ceduc de Caicó teve início durante tarde desta terça-feira (17), quando quatro educadores que trabalham no local foram feitos reféns. Os jovens ameaçam os funcionários com facas artesanais enquanto negociavam com a PM. O primeiro dos funcionários foi libertado horas depois.
O Às 22h, o quadro do motim havia sido modificado. Os adolescentes liberaram mais um educador da unidade, porém, fizeram de reféns mais sete desafetos, também internos da unidade.
Já pela manhã desta quarta, a Polícia Militar conseguiu invadir o prédio e dar fim ao motim iniciado no dia anterior.
De acordo com informações da PM, o motim no Ceduc de Caicó está relacionado à ordens saídas da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, região metropolitana de Natal.
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