Tudo começou quando Nance desenvolveu uma espécie de alergia alimentar, uma doença não identificada que fazia com que ele vomitasse tudo o que comia. Ele procurou médicos e tentou dietas alternativas, cortando o glúten, o açúcar e os subprodutos animais, mas nada adiantou.
Foi pesquisando em fóruns e sites da internet que encontrou um estudo feito em 1930 por um dentista chamado Weston Price. No documento, um histórico da saúde de indígenas provava que o consumo de alimentos crus, em especial a carne, era extremamente benéfico para o organismo. Nance não tinha o que perder e decidiu testar. “Eu tinha um par de cabras no meu quintal, que eu usava para tirar leite e eu estava cansado de ordenhá-las, então eu as matei. Comi as duas cabras“, afirmou ele em entrevista à VICE.
Segundo ele, as primeiras semanas de adaptação à nova dieta podem resultar em desarranjos intestinais e um forte gosto de sangue na garganta, mas não demora até que você tenha desejo pela carne crua. Carne de cabra é a sua favorita por ser um animal fácil de criar (Nance chegou a abandonar sua profissão de eletricista e agora é açougueiro) e não ser alvo de vacinas ou antibióticos, mantendo uma carne “pura”.
O rapaz costuma também consumir carne podre. Segundo ele, trata-se de uma ótima forma de facilitar a digestão, uma vez que a carne é probiótica. O mais curioso é que Joanne, sua namorada, é vegetariana. Se ela se importa? “Eu entendo que as razões dele são de saúde. Eu acho que eu posso comer qualquer coisa e nada me afeta. Há uma grande diferença entre nós dois“, pondera.
FONTE: TERRA

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