domingo, 29 de junho de 2014

ASSOCIAÇÃO DAS MARISQUEIRAS UTILIZA EMBARCAÇÃO FABRICADA COM PRODUTOS RECICLÁVEIS

AREIA BRANCA - Rica em atrativos e belezas naturais, a comunidade litorânea de Redonda, neste município, está tirando proveito dos barcos fabricados com garrafas pet, conquistados por meio da Associação das Marisqueiras da localidade.
São duas embarcações do tipo catamarã, sendo que uma já está sendo utilizada para passeios turísticos, com o propósito de se transformar numa atividade rentável.
Uma entusiasta da ideia é a presidente da Associação das Marisqueiras de Redonda, Maria Antonia Sirino, a popular “Toinha da Redonda”, que acredita que o uso da embarcação para fins turísticos poderá ser uma boa alternativa de geração de renda, ao mesmo tempo que incrementará o setor turístico local, já que a comunidade possui um grande potencial turístico.
Os barcos, num total de quatro, foram fabricados com produtos recicláveis e confeccionados por pescadores e marisqueiras de Ponta do Mel e Redonda, graças a parceria do projeto de responsabilidade socioambiental das eólicas Mar e Terra e Bela Vista, que operam no município.
Barcos foram confeccionados após realização de curso
A confecção dos barcos foi resultado de um curso ministrado à comunidade pesqueira, tendo como matéria-prima principal garrafas pet.
No caso da Redonda, a dirigente da Associação das Marisqueiras está buscando meios para movimentar o setor turístico na localidade, utilizando o barco como meio de transporte recreativo para os visitantes.
“Estamos nos organizando para realizar um evento de cunho festivo nos próximos dias, cujo objetivo é promover o uso do barco para fins turísticos”, adianta “Toinha”. Além desse evento, a associação planeja instituir a cobrança de uma taxa para os passeios.
“O dinheiro arrecadado com os passeios será utilizado na própria manutenção do barco e para pagamento do responsável pela condução da embarcação, que deve ser qualificado para exercer a função, uma vez que os barcos de garrafas pet são equipados com os materiais necessários para navegação, bem como registrados junto a Agência da Capitania dos Portos”, conclui “Toinha da Redonda”.
FONTE: O MOSSOROENSE

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