segunda-feira, 21 de outubro de 2013

No RN, bombeiros registram 968 atendimentos por ataques de abelhas


O Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte registrou 968 atendimentos por picada de abelha de janeiro a setembro de 2013 em Natal e região metropolitana. De acordo com dados da Central de Gerenciamento de Emergência e Defesa Civil do CBMRN o período de reprodução das abelhas – de agosto a fevereiro - aumenta o perigo de ataques por causa da defesa em relação a presença externa de homens e animais. Em todo o ano de 2012 foram contabilizados 1.505 atendimentos na grande Natal.

"Nesse período do ano os índices devem subir ainda mais. Atualmente, recebemos uma média de 40 chamadas para atendimento a enxames na região metropolitana", detalha o Comandante. Para tentar minimizar os efeitos negativos dos ataques, o Corpo de Bombeiros está com uma guarnição exclusiva do Serviço de Defesa Ambiental (Sidam) da instituição para este tipo de atendimento visando oferecer um serviço mais eficiente à população, mas a demanda ainda é muito alta. “O Corpo de Bombeiros está priorizando os casos de emergência e atendendo os casos mais simples por agendamento. Estamos intensificando as ações contra os ataques de abelhas dentro de residências, escolas, hospitais e em estabelecimentos comerciais, mas pedimos que os potiguares não tentem exterminar os enxames porque é perigoso", justifica.

Dicas de Segurança

Apesar da remoção do enxame ser feita por pessoa preparada para a tarefa, alguns cuidados podem ajudar a enfrentar o problema até o socorro chegar. De acordo com o Tenente Ananias Targino, Chefe da Seção de Defesa Ambiental do CBMRN, as abelhas têm visão e olfato apurados. Portanto, próximo a elas, deve-se evitar cheiro forte, movimentos bruscos, cores escuras (principalmente preto) e barulhos. Outras dicas são isolar a área onde a colmeia está posicionada; não atirar objetos ou atear fogo para destruí-la; manter animais de estimação longe das abelhas; não esmagar o inseto porque o cheiro é um sinal de ataque para as companheiras; não usar produtos químicos, que podem irritá-las.

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